Nós decidimos fazer uma composteira, com a turma onde o Clairton dá aula para o estágio dele. Primeiro conversamos um pouco na tentativa de nos entendermos e decidirmos o que qu e fazer. Aí surgiu a ideia do Clairton de fazermos a tal composteira, o que para mim parecia um ideia um pouco trabalhosa para uma turma de quinta série.
Confesso que estava bem perdido no início, sem saber o que fazer ou como eu poderia contribuir para o projeto. Depois de duas semanas pensando a respeito percebi que seria difícil para o projeto, levando em conta minha área de estudo.
Quando o grupo percebeu que seria difícil continuar com a ideia da composteira e mudou o projeto para uma gincana, comecei a me sentir mais a vontade com o grupo e o trabalho. Passando as semanas de planejamento a expectativa crescia.
Não sabia o que esperar ouvomo seria a participação dos alunos. Eu conhecia pouco a história e da realidade de cada um deles e isso gerava uma expectativa enorme, porque a atividade podia ser boa com a participação deles ou ser um desastre, sem a participação deles.
No dia da atividade chegamos cedo no colégio e pude ter uma ideia do que nos esperava. Muita confusão no pátio e crianças entrando a qualquer hora na sala.
No geral a participação foi boa. No início eles estavam agitados e pouco participativos, mas aos poucos foram começando a participar. A primeira atividade, o grito de guerra foi, foi difícil fazer eles se acalmarem e a participar. Quando fomos fazer a corrida de respostas eles já estavam totalmente integrados e participativos.
No final da atividade foi legal ter a participação deles e o respeito, que foi conseguido ao longo do primeiro período da atividade. E ao ouvir eles me chamarem de "sor" foi uma experiência bem legal e me inspirou a querer continuar na docência com mais convicção.
Parabéns pela realização Rudimar! Que bom que tanto tu como as crianças evoluíram e se entregaram mais ao longo da atividade e que esta foi uma experiência boa para ti. Espero que esta seja uma das muitas felicidades que tenhas na tua vida docente.
ResponderExcluirAbraços, Anelise.